Pandemia e Influenza levam UFRJ e Uerj a suspender atividades presenciais até o fim de janeiro

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O avanço da variante Ômicron, do novo coronavírus, e o avanço dos casos de Influenza, já levou duas universidades a suspender as atividades presenciais. A UFRJ e a Uerj anunciaram que, até o dia 31, funcionarão de forma remota, a exceção das consideradas essenciais. Embora os alunos ainda estejam de férias, nas instituações há atividadades administrativas, de pesquisa e de extensão.

“Na tentativa de evitar aglomerações e garantir a segurança da comunidade acadêmica, recomenda-se que as aulas presenciais sejam suspensas até o final deste mês”, informa a UFRJ por nota. A universidade acrescenta que “está monitorando a evolução da variante Ômicron e, tão logo a situação melhore, informará sobre a possibilidade de retorno das atividades presenciais”.

Também por nota a Uerj afrima que “a decisão foi baseada em nota técnica divulgada pela Pró-reitoria de Saúde da Uerj, em função do aumento da infecção por Covid-19 nas últimas semanas, resultante da circulação da variante Ômicron na cidade fluminense, que já representa mais de 50% dos casos sequenciados”.

— A medida tem como objetivo proteger a comunidade acadêmica contra os efeitos ainda presentes da pandemia, tendo em vista a responsabilidade que a Uerj tem com a vida de nossos professores, técnicos e estudantes — afirma o reitor Ricardo Lodi.

De acordo com o documento, prossegue a nota da Uerj, “além da variante da Covid-19 que possui alta contagiosidade, está em curso uma epidemia de vírus da Influenza A, subtipo H3N2 na cidade do Rio, podendo gerar casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), em pessoas de alto risco, sobrecarregando as unidades de saúde municipais”.

A partir de 1º de fevereiro, ficam autorizadas as atividades presenciais na Uerj, seguindo os devidos protocolos sanitários. O início do período 2021/2 está mantido para o dia 2 de fevereiro, com aulas em modelo híbrido.

Já a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) segue com as atividades presenciais nos setores administrativos, sem qualquer suspensão. No dia 14, haverá uma reunião do Conselho Universitário para avaliação do contexto da pandemia para, com base nos dados mais atualizados, ser tomada uma decisão sobre o começo das aulas presenciais, previstas para começar no dia 31.

O CEFET informa que, por enquanto, foram retomadas apenas atividades práticas para alunos em fase de conclusão de curso, para a área de pesquisa, de extensão, de gestão e administrativa, que precisam fazer uso das instalações físicas para sua realização.

A Estácio de Sá diz que “está preparada para as aulas em qualquer formato, e que o calendário acadêmico do primeiro semestre de 2022 terá início em fevereiro”. Afirma ainda que “está atenta às implicações da pandemia e mantém um canal de comunicação ativo com os alunos, garantindo que eles fiquem cientes sobre as atividades acadêmicas”.

Por conta do crescimento de novos casos, a Estácio “observará as recomendações das autoridades competentes e condições sanitárias locais — no período de início das aulas — para definir o plano de retorno presencial da sua comunidade acadêmica”. De todo modo, prossegue, “a instituição está pronta para o retorno presencial e implementou uma série de medidas preventivas em prol da segurança e saúde de alunos e professores”.

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