Paolla brilha como Exu e mostra que ciúmes é coisa do passado: "Diogo disse 'vai lá e brilha'"

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Paolla Oliveira desfila na Grande Rio (Foto: REUTERS/Amanda Perobelli)
Paolla Oliveira à frente da bateria da escola de samba Grande Rio, no sábado de Carnaval, em 23 de abril de 2022 (Foto: REUTERS/Amanda Perobelli)

Justamente o primeiro ano em que vai riscar a Avenida sob o brilho dos olhos do namorado Diogo Nogueira, talvez seja o ano em que Paolla Oliveira vem à frente da bateria da Grande Rio com menos roupa: ela Encarna Exu, a pomba gira, com um macacão transparente, com chamas vermelhas purpurinadas e diminutas cobrindo apenas os seios e as partes íntimas.

A fantasia, que deixa a atriz quase nua, é de Michelly Xis, estilista das estrelas.

"Já vim com pouca roupa, mas esse é um shape novo, talvez um pouco menor", riu Paolla, garantindo que Diogo não morreu do coração quando viu a “pequeneza” do traje. "Morreu nada. Falou: “tá linda, vai e brilha”.

Ele estava trabalhando, mas garantiu a Paolla que chegaria a tempo de desfilar ao lado dela “passando aquela energia boa”.

"Tem coisa melhor do que a gente trazer PAIXÃO para um lugar pelo qual você já é apaixonada? Estou juntando paixões: o carnaval, a sapucaí e o Diogo, vai ser lindo", prometeu.

Para Paolla, o enredo da Grande Rio, que fala das manifestações culturais ligadas à simbologia de Exu, é muito necessário. "Vi as homenagens das outras escolas à negritude e a outros pontos das religiões de matrizes africanas. A gente vai demorar muito tempo e talvez não fale o suficiente em relação a tudo o que a gente tem para falar em relação ao preconceito religioso. O enredo fala sobre potência, comunicação, abrir o coração, abrir as mantes para abrir os caminhos em volta".

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