Para 70% dos jovens, home office prejudica suas carreiras

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Jovens reunidos mexendo no celular
Pesquisa focou nos profissionais da Geração Z, que têm entre 16 e 24 anos
  • Pesquisa realizada pelo LinkedIn mostrou que 70% dos jovens desaprovam o home office 

  • Falta de contato e aprendizado com colegas mais experientes estão entre os principais motivos

  • Para 72% dos entrevistados, a pandemia prejudicou o aprendizado das 'soft skills' 

Uma pesquisa realizada pelo LinkedIn mostrou que 70% dos entrevistados acreditam que o trabalho em home office pode impactar negativamente seu crescimento profissional. Dentre os principais motivos, está a falta de contato presencial com colegas experientes, seguida pela dificuldade de aprender com eles à distância.

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O levantamento focou na Geração Z, correspondente aos jovens entre 16 e 24 anos, e avaliou as perspectivas deles sobre o futuro do trabalho e impacto da pandemia nas carreiras. As informações são de Soraia Alves, da B9.

Até o momento, 72% dos profissionais disseram já sentir prejuízos no que diz respeito ao aprendizado das chamadas “soft skills”, as habilidades comportamentais. Para eles, dentre as mais importantes, estão: comunicação (62%), inteligência emocional (48%), aprendizado contínuo (30%), resolução de problemas (30%) e adaptabilidade (28%).

Apesar do desagrado com o home office por parte da maioria, 38% dos entrevistados preferem o modelo híbrido de trabalho, que mistura dias de trabalho em casa com dias de trabalho no escritório. Outros 27% discordaram de ambos os casos, e afirmaram preferir o modelo totalmente remoto.

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