Para Bolsonaro, aumento na pobreza é culpa de governos anteriores

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Jair Bolsonaro durante ceremônia no Palacio do Planalto em Brasilia, Brasil 28 de janeiro de 2022. REUTERS/Adriano Machado
Jair Bolsonaro durante ceremônia no Palacio do Planalto em Brasilia, Brasil 28 de janeiro de 2022. REUTERS/Adriano Machado
  • Bolsonaro também citou "interferências" no Poder Executivo;

  • O presidente citou a criação do auxílio emergencial como medida no combate a pobreza;

  • Segundo Ipespe, eleitorado não relacionada o auxílio com desejo de reeleger o presidente.

Durante o evento de assinatura de um programa que cria emprego e cursos para jovens no país, o presidente Jair Bolsonaro (PL) discursou sobre o aumento das taxas de pobreza em seu governo.

Segundo o presidente, a elevação se deve principalmente a equívocos na política econômica de governos anteriores.

“Terminamos 2020 quase que no zero a zero no tocante a emprego e desemprego. Lamentavelmente, por políticas equivocadas, por políticas por vezes não tão bem pensadas, e por outras vezes também pessoas tentando acertar levaram mais de 38 milhões de pessoas que viviam na informalidade para a rua da amargura”, comentou.

Apesar disso, em sua opinião, seu governo teria trabalhado para remediar da forma correta as consequência que essas políticas e a pandemia trouxeram para a sociedade brasileira.

“O governo os socorreu com um programa conhecido como auxílio emergencial e aqueles que acusam o governo de não pensar nos mais humildes, deixo bem claro: o gasto em 2020 com auxílio emergencial, com números já corrigidos, equivaleu a 15 anos de bolsa família”, ressaltou o presidente.

Segundo dados do Ipespe, na mente do eleitorado brasileiro o auxílio emergencial não está relacionado com intenção de votos para a re-eleição do presidente.

Além do auxílio emergencial, Bolsonaro também citou outras medidas econômicas realizadas em seu governo, como a desoneração da folha de pagamentos e a isenção de IPI para taxistas e pessoas portadoras de deficiência.

Por fim, o presidente também mencionou problemas em sua administração ao falar sobre “interferências” no Poder Executivo.

“Enfrentamos também outras atribulações, interferências no Executivo as mais variadas possíveis, sempre da nossa parte jogando com aquilo que nós temos e com aquilo que nós juramos respeitar por ocasião da nossa posse, a constituição”.

Com informações do Valor Econômico

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