Para conter o coronavírus, Crivella fecha até termas no Rio

Luíz Ernesto Magalhães

RIO - Na tentativa de impedir o avanço do coronavírus, o prefeito Marcelo Crivella editou na noite de sábado, 21, um decreto com mais uma série de restrições a atividades econômicas na cidade. Um dos artigos teve como alvo as chamadas termas e boates que exploram a prostituição. O artigo do decreto não é explícito em relação ao tema.  Mas o GLOBO confirmou com fiscais da prefeitura que esse tipo de atividade era um dos alvos. O artigo em questão determina a ''suspensão temporária do funcionamento de boates, casas de massagem e assemelhados''.

– A estratégia desse tipo de atividade é conhecida pela fiscalização. Existe alvará para massagens corporais com finalidade exclusiva de terapia ou relaxamento. Quem explora prostituição sabe disso e tira o alvará para permitir a instalação de cabines individuais para os clientes. A prefeitura ao emitir a licença de operação, apenas avalia se naquele local a atividade de boate ou massagem é permitida. Não entra no mérito qual a real atividade comercial – diz um fiscal da prefeitura, que pediu para ficar no anonimato.

O mesmo decreto inclui outras medidas para aumentar o isolamento social. Entre elas estão: