Para criticar vacinação de crianças, Queiroga cita artigo científico que apoia vacinação de crianças

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  • Marcelo Queiroga
    Médico brasileiro, Ministro da Saúde do Brasil
BRASILIA, BRAZIL - OCTOBER 07: President of Brazil, Jair Bolsonaro, accompanying the Minister of Health of Brazil, Marcelo Queiroga, ceremony for the Modernization of Occupational Health and Safety Regulation, at Planalto Palace in Brasilia, Brazil October 7, 2021. (Photo by Mateus Bonomi/Anadolu Agency via Getty Images)
Marcelo Queiroga participou hoje de evento para falar da vacinação para crianças (Foto: Mateus Bonomi/Anadolu Agency via Getty Images)
  • Queiroga citou artigo para criticar decisão da Anvisa de autorizar vacinação de crianças

  • Estudo, no entanto, atesta eficácia e segurança do imunizante da Pfizer

  • Eficácia da vacina é de 90,7% para crianças entre 5 e 11 anos

Na manhã desta terça-feira (4), o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, citou um artigo científico para se posicionar contra a aprovação da vacina para crianças de 5 a 11 anos, dada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), ainda em meados de dezembro.

“Você leu o estudo que saiu publicado no New England Journal of Medicine sobre a vacina de 5 a 11 anos? Então, tem que ver”, disse a jornalistas. O estudo “usado” por Queiroga, no entanto, confirma que o imunizante da Pfizer é seguro e eficaz.

“Leia o documento que está lá. Se a gente vai tomar as decisões baseado em estudos randomizados, em ciência de melhor qualidade, ou se toma só baseado em opinião de especialista. E as vezes são especialistas que não são tão especialistas assim”, afirmou antes do início do pronunciamento sobre a vacina, feito pela pasta.

A pesquisa está no New England Journal of Medicine e mostra que a eficácia da vacina da Pfizer atinge níveis de 90,7% sete dias após a aplicação da segunda dose. O alto índice de proteção dura pelo menos 70 dias, segundo o estudo.

Os resultados ainda mostram que o imunizante é seguro e que não houve eventos adversos graves em crianças após a vacinação. O estudo diz que “crianças de 5 a 11 anos apresentaram uma resposta de anticorpos neutralizantes em concentrações similares às observadas em adolescentes e adultos de 16 a 25 anos, preenchendo os critérios propostos de demonstração de não inferioridade”.

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