Para humoristas brasileiros, participar do festival "Netflix is a Joke" foi marco na carreira

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Um dia após Dave Chappelle, um dos humoristas mais famosos da atualidade, ser agredido durante uma apresentação em Hollywood, em 3 de maio, uma dezena de comediantes brasileiros participaram do mesmo festival e lotaram duas sessões com piadas em português. Tanto o show dos brasileiros quanto o de Chappelle são parte do festival "Netflix is a Joke" (Netflix é uma piada, em tradução livre), que começou no dia 28 de abril e vai até este domingo (8).

Cleide Klock, correspondente da RFI em Los Angeles

A programação conta com mais de 280 eventos em 30 locais da cidade, que vão desde os maiores estádios, como Dodger Stadium, Forum, Arena Crypto.com e Hollywood Bowl, até os principais teatros de Los Angeles. Segundo a Netflix, "este é o maior festival de comédia do planeta – provavelmente".

Dentre os dez brasileiros, cada um com seu estilo, estão alguns dos nomes mais cancelados e polêmicos da comédia (se é que isso não é redundante); além de uma mescla de artistas que moram no Brasil e nos Estados Unidos. Bruna Louise, Carol Zoccoli, Diogo Portugal, Fabiano Cambota, Léo Lins, Rafinha Bastos, Manu Maciel, Maurício Meirelles, Murilo Couto e Rodrigo Marques subiram ao palco do famoso Laugh Factory, uma tradicional casa de shows por onde já passaram artistas como Jerry Seinfeld, Chris Rock, Ellen DeGeneres, Eddie Murphy, Jay Leno, David Letterman, além de outras centenas de lendas da comédia.

Profissão de risco

"O processo para o humorista é uma espécie de OAB, se você não tem um processo, não é aceito no grupo de humoristas", brinca Cambota, que já foi denunciado.

Mulheres no palco e o público brasileiro

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