Para inibir policiais no 7 de setembro, governo da Bahia ordena que corregedoria faça monitoramento

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*ARQUIVO* GUARUJÁ, SP, 13.01.2020 - O presidente Jair Bolsonaro na entrada do Forte dos Andradas, em Guarujá, no litoral sul de São Paulo. (Foto: Eduardo Anizelli/Folhapress)
*ARQUIVO* GUARUJÁ, SP, 13.01.2020 - O presidente Jair Bolsonaro na entrada do Forte dos Andradas, em Guarujá, no litoral sul de São Paulo. (Foto: Eduardo Anizelli/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Secretaria de Segurança da Bahia acionou as corregedorias do sistema estadual para monitorar a possível participação de policiais civis, militares e bombeiros em atos de 7 de setembro que "tendam a desvirtuar os mandamentos constitucionais e afrontar os Poderes e as instituições legitimamente constituídas."

Segundo Ricardo Cesar Mandarino Barretto, secretário de Segurança da administração Rui Costa (PT-BA), é uma forma de inibir a participação desses oficiais.

"Fiz isso para prevenir, por conta do que anda circulando nas redes sociais", diz o secretário à reportagem.

A portaria assinada por Barretto determina que as corregedorias adotam providências legais para apuração de condutas ilícitas perpetradas por qualquer policial ou bombeiro, fardado ou à paisana, que participais de tais manifestações.

Após a instauração de procedimento, caso sejam identificados indícios de crimes comuns ou militares, as corregedorias devem informar ao Ministério Público, completa a portaria.

O jornal Folha de S.Paulo mostrou neste domingo (5) que o governo do estado avalia que o clima é de relativa tranquilidade. Mas há movimentação entre policiais da reserva com pretensões eleitorais e que insuflam a adesão às manifestações.

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