Paradas há um ano, escadas rolantes do Túnel de Campo Grande estão sem contrato de manutenção

Extra
·1 minuto de leitura
Foto: Divulgação

Rolante só no nome. Moradores de Campo Grande, na Zona Oeste do Rio, penam há mais de um ano com a inoperância de todas as escadas da passagem subterrânea que liga as ruas Barcelos Domingos e Coronel Agostinho, onde fica o Calçadão de Campo Grande, mais importante centro comercial do bairro.

O desafio é ainda maior para idosos e pessoas com mobilidade reduzida, que sofrem para superar as dezenas de degraus. Como tampouco há rampas, cadeirantes ou carrinhos de bebê simplesmente não conseguem utilizar o Túnel de Campo Grande, como é popularmente conhecida a passagem, único acesso disponível para milhares de pessoas que passam pela região todos os dias.

Segundo o mandato do vereador William Siri (PSOL), que esteve no local neste sábado para checar denúncias sobre o problema, R$ 2,3 milhões foram gastos nos últimos quatro anos a título de prestação de serviço e manutenção das escadas rolantes. De seis contratos do gênero firmados pela Rioluz com duas empresas, contudo, quatro terminaram ainda no início da pandemia, e outros dois encontram-se suspensos - ou seja, os equipamentos estão sem qualquer garantia de conservação.

- As pessoas falaram que a escada rolante é uma escada enrolante, porque enrola as pessoas. Estou aqui como vereador para fiscalizar, e já entramos também com uma indicação legislativa para que a prefeitura resolva esse problema - afirmou Siri, que é morador do bairro.