Paraguai renova esperança de ir ao Mundial com melhor defesa desde Rivarola e Gamarra

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Estão deixando o Paraguai sonhar, em uma referência à célebre frase de Ronaldinho Gaúcho nos tempos de Flamengo. A seleção guarani, depois de conhecer o fundo do poço nas Eliminatórias para a Copa do Mundo do Brasil, em 2013, está confiante na escalada rumo à superfície do futebol sul-americano. E boa parte disso cai na conta da defesa.

Os zagueiros são os principais responsáveis pela boa fase do time neste começo de Eliminatórias. O Paraguai, que enfrenta o Brasil nesta terça-feira em Assunção, com Gómez e Alonso, é o quarto colocado, posição que o colocaria no Mundial do Qatar. Ainda tem muita água para correr debaixo da Ponte da Amizade, mas as expectativas, por enquanto, são as melhores.

- Pode ter certeza, o Brasil não terá facilidade para passar pela defesa do Paraguai. Não terá - afirmou Francisco López, jornalista do canal paraguaio Tigo Sports.

Contra o Uruguai, Gómez e Balbuena foram titulares. O primeiro é uma das referências técnicas do Palmeiras, campeão da Libertadores e da Copa do Brasil, cujo ponto forte é justamente a força defensiva. Aos 28 anos, costuma atuar ao lado de Balbuena, de 29, que teve passagem marcante por outro clube paulista, o Corinthians, por quem foi bicampeão paulista e campeão brasileiro. Atualmente, ele está sem clube, depois de deixar o West Ham, da Inglaterra.

Foi com eles em campo que a seleção paraguaia começou a se recuperar das Eliminatórias de 2013, quando terminaram em último. Na classificatória para a Copa da Rússia, em 2017, ficaram em sétimo, só a dois pontos do Peru, equipe que disputou a repescagem. Agora tentam o passo adiante.

- Sem dúvida, eles formam a melhor dupla de zaga do Paraguai desde Rivarola e Gamarra - afirmou López, em referência aos jogadores que formaram uma das defesas mais fortes do mundo no fim dos anos 1990. - O povo paraguaio está confiante nessa seleção. Eu acredito que estaremos no Qatar.

Há outros bons nomes que empolgam os paraguaios. Junior Alonso enfrentará o Brasil nesta terça-feira no lugar de Balbuena. Outro defensor que vem atuando bem é Alderete, zagueiro que está jogando como lateral-esquerdo.

- O caminho é difícil, mas confiamos na classificação. Temos uma geração que jogadores muito bons. Nossa seleção tem a característica de jogo rápido e que tenta sair em bloco - explicou Rubin, jornalista da Rádio Monumental.

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