Paralimpíada: Brasil tem nove pódios no dia e fica em 6º no quadro de medalhas; veja o resumo

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O quarto dia de competições da Paralimpíada de Tóquio rendeu ao Brasil mais nove medalhas, o que levou o país diretamente ao 6º lugar no quadro. Foram cinco ouros, uma prata e três bronzes. Confira o resumo:

Ainda na noite de quinta-feira, O Brasil conquistou a sua segunda medalha de ouro nos Jogos de Tóquio. A conquista foi no atletismo com Yeltsin Jacques. O sul-matogrossense de 29 anos chegou em primeiro na prova dos 5.000m da classe T11, para cegos. Este foi o primeiro ouro paralímpico do brasileiro.

Logo depois dele, foi a vez de Silvânia Costa conquistar o lugar mais alto do pódio. Depois de ter queimado as duas primeiras tentativas, o ouro veio no quinto salto, o penúltimo, quando ela bateu a marca de 5 metros. Silvânia também foi ouro no salto em distância nos Jogos Rio 2016.

No início desta manhã, Wendell Belarmino brilhou nos 50m livre e garantiu ouro para o Brasil na natação. Estreante em Jogos, o nadador de 23 anos subiu ao seu primeiro pódio na classe S11 (para atletas com deficiência visual). Ele fez o tempo de 26s03, chegando à frente do chinês Dongdong Hua (26s18) e do lituano Edgaras Matakas (26s38).

Também na natação, Gabriel Bandeira foi prata nos 200m livre na classe S14 (para atletas com deficiência intelectual). Depois de conquistar nos 100m borboleta o primeiro ouro do Brasil em Tóquio, o estreante de 21 anos voltou ao pódio no Centro Aquático da capital japonesa. O britânico Reece Dunn anotou 1min52s40, enquanto o brasileiro cravou 1min52s74. O bronze ficou com o russo Viacheslav Emeliantsev (1min55s58).

Já Maria Carolina Santiago levou a medalha de bronze nos 100m costas da classe S12 (para atletas com deficiência visual) ao marcar 1min09s18. Ela ficou atrás somente da britânica Hannah Russell (ouro, com 1min08s44) e da russa Daria Pikalova (1min08s76). Este foi o seu primeiro pódio paralímpico.

Mais tarde, outras duas medalhas brasileiras vieram na mesma prova. Petrúcio Ferreira confirmou o favoritismo e se tornou bicampeão paralímpico dos 100m da classe T47, com direito a quebra de recorde. Ele ainda dividiu pódio com outro brasileiro, Washington Júnior, que teve o terceiro melhor tempo e terminou com o bronze.

Wallace Santos garantiu ainda mais um ouro para o atletismo brasileiro com o arremesso de peso classe F55. Na última tentativa, o brasileiro garantiu a medalha com direiro a quebra de recorde mundial da categoria para atletas cadeirantes.

Também no arremesso de peso, mas na classe T37 (para pessoas com paralisia cerebral), João Victor Teixeira conquistou o bronze. Na quinta de seis tentativas, ele cravou 14,45m, terceira melhor marca da prova. O ouro ficou com Albert Khinchagov, do Comitê Paralímpico Russo, com 15,78m, e a prata com Ahmed Moslah, da Tunísia, com 14,50m.

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