Parlamentares das causas LGBTQIA+ protolocam representação contra Maurício Souza no MP de Minas

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Parlamentares representantes das causas LGBTQIA+ protocolaram uma representação no Ministério Público de Minas Gerais contra o jogador de vôlei Maurício Souza. A ação é uma resposta aos posts homofóbicos publicados nas redes sociais pelo atleta, que, como consequência, foi desligado do Minas Tênis Clube após pressão da torcida e de patrocinadores. Ao todo, 20 parlamentares participatarm do ato, sendo deputados, vereadores e um senador. As informações são da colunista Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo.

- A discriminação é nítida e direta, porque decorrente da intenção explícita de humilhar e constranger toda a população LGBTQIA+, causando prejuízo no exercício adequado do direito fundamental à cidadania e risco aumentado de violência por discursos como este. O senhor Maurício Souza tem usado suas redes sociais há muito tempo para disseminar comentários ofensivos à comunidade LGBTQIA+, direta ou indiretamente - dizem os parlamentares.

Ao MP, o grupo pediu a abertura de uma ação penal pública contra o jogador por incitação do preconceito e discriminação homotransfóbica. Também pedem indenização por dano moral coletivo a partir de R$ 50 mil e a exclusão das postagens homofóbicas das redes de Maurício Souza.

As representações foram feitas por: senador Fabiano Contarato (Rede-ES), os deputados Leci Brandão (PC do B-SP), David Miranda (PSOL-RJ), Vivi Reis (PSOL-PA), Fábio Félix (PSOL-DF), Robeyonce Lima (PSOL-PE), e as vereadoras Erika Hilton (PSOL-SP), Monica Benício (PSOL-RJ), Linda Brasil (PSOL-SE), Duda Salabert (PDT-MG), Bella Gonçalves (PSOL-MG), Thabatta Pimenta (Pros-RN) e Benny Briolly (PSOL-RJ).

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