partido do presidente Zelensky sofre derrota em eleições municipais na Ucrânia

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O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, sofreu um tropeço eleitoral nas eleições locais na Ucrânia, nas quais seu partido não conseguiu vencer em nenhuma das principais cidades, de acordo com pesquisas de boca de urna.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, sofreu um tropeço eleitoral nas eleições locais na Ucrânia, nas quais seu partido não conseguiu vencer em nenhuma das principais cidades, de acordo com pesquisas de boca de urna.

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, sofreu uma derrota eleitoral nas eleições locais na Ucrânia, nas quais seu partido não conseguiu vencer em nenhuma das principais cidades, de acordo com pesquisas de boca de urna.

Nenhum candidato da situação conseguiu conquistar a prefeitura em nenhuma das nove grandes cidades e centros regionais em que foram feitas as pesquisas, nem mesmo na cidade natal do presidente, refletindo um apoio eleitoral muito inferior ao obtido por Zelensky nas eleições presidenciais de 2019.

Os candidatos do Servo do Povo (partido do presidente) foram os mais votados em duas grandes cidades do centro do país, mas em outras sete grandes cidades tiveram que se contentar com a terceira colocação, segundo as pesquisas de boca de urna.

Seu partido perde o status de força dirigente em praticamente todas as regiões (...), é um golpe muito duro para Zelensky, que pode significar uma mudança de governo ou a antecipação de legislativas”, explicou o analista político Mykola Davydiuk.

A Ucrânia elegeu os prefeitos e vereadores municipais e regionais neste domingo, um dia de eleições considerado um teste para Zelensky, um humorista sem experiência política que assumiu a presidência ucraniana em abril de 2019 graças às promessas de acabar com a corrupção e resolver o conflito com os separatistas pró-russos no leste do país.

Seu partido, o Servo do Povo, também obteve maioria absoluta no Parlamento ucraniano no verão do ano passado.

Mas a popularidade de Zelensky despencou nos últimos meses, diante da ausência de mudanças concretas.

"Ao contrário de alguns de nossos vizinhos [como Rússia ou Belarus], temos este luxo de poder organizar eleições livres", analisou o presidente na noite deste domingo em mensagem postada em sua conta no Facebook.

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