Partidos já têm disputa interna entre parlamentares e presidenciáveis por verbas eleitorais

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O crescimento do fundo eleitoral aprovado pelo Congresso — para R$ 4,9 bilhões neste ano, 192% a mais que nas eleições passadas — atendeu à vontade dos partidos, e ao mesmo tempo faz detonar a segunda etapa da disputa por recursos: a briga pelo rateio interno do dinheiro. Nas legendas que terão nome ao Planalto, a pressão sobre o comando das siglas costuma opor os presidenciáveis às bancadas parlamentares, interessadas em primeiro lugar na própria reeleição.

Os principais nomes postos ao Planalto enfrentam, em maior ou menor grau, este conflito interno. Pelo protagonismo na política nacional e posição nas pesquisas de intenção de votos, Jair Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) devem ter menos obstáculos internos para uma campanha rica, mas mesmo nessas siglas já há previsão de divergência.

Sergio Moro, recém-chegado ao Podemos, Ciro Gomes (PDT) e João Doria, que já tem a antipatia prévia de boa parte da bancada federal do PSDB, podem enfrentar uma disputa mais conflituosa pelas verbas.

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