Patriota afasta presidente do partido, que diz ser alvo de 'petistas disfarçados' na legenda

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BRASÍLIA — O Patriota segue dividido sobre a filiação ou não de Jair Bolsonaro. O partido viveu nesta quinta mais um capítulo do racha que toma conta de seus dirigentes desde a possibilidade do ingresso do presidente da República na legenda. O grupo que se opõe a Adilson Barroso o afastou da presidência por 90 dias. Em nota, a explicação foi que Barroso foi afastado por "seus atos autoritários e contrários ao estatuto partidário". Seu futuro no partido será submetido ao Conselho de Ética do Patriota, que será comandado nesse período pelo seu vice-presidente, Ovasco Resende.

Adilson Barroso criticou postura do grupo dissidente e afirmou que a convenção desta quinta não tem validade, já que, segundo ele, não alcançou o quórum exigido de 65% de integrantes da Executiva.

— Nas convenções que eu faço podem faltar até um ou dois, mas a deles faltaram 30% das pessoas. Não tem valor algum. Semana que vem isso está resolvido- disse Barroso ao O Globo, que pretende orgaizar outra convenção.

O presidente do Patriota garante que essa confusão não afasta Bolsonaro da legenda.

— Ao contrário, o Bolsonaro está muito feliz com nosso comportamento e já sabia que isso ocorreria. Esta cada dia mais contente com nossa defesa estatutária. Essa turma me acusa de querer filiar ao partido a maior liderança do país, um presidente honrado, honesto. Esse é o problema.

Barroso disse ainda que é vítima de um grupo de "petistas disfarçados" dentro do Patriota.

— Eles são petistas. Tem algum do PT apertando o cerco.

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