Pazuello afirma que mortes por falta de oxigênio no AM duraram apenas três dias e senadores reagem

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BRASÍLIA, DF, 19.05.2021: EDUARDO-PAZUELLO - O ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello, um dos principais alvos da comissão de inquérito do Senado, presta depoimento na CPI da Covid, em Brasília, nesta quarta-feira. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
BRASÍLIA, DF, 19.05.2021: EDUARDO-PAZUELLO - O ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello, um dos principais alvos da comissão de inquérito do Senado, presta depoimento na CPI da Covid, em Brasília, nesta quarta-feira. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Em depoimento à CPI da Covid, o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello afirmou que ficou sabendo da crise de oxigênio no estado do Amazonas apenas na noite do dia 10 de janeiro.

"Se tivéssemos sabido antes, poderíamos ter agido antes", afirmou Pazuello. O ex-ministro afirma que teve conversa com o governador Wilson Lima (PSC) na noite do dia 7 de janeiro, mas que não foi alertado.

Pazuello então afirmou que a partir do dia 12 já começou fornecimento extra de cilindros de oxigênio. O ex-ministro falou então que a crise durou apenas nos dias 13, 14 e 15.

Senador pelo Amazonas, Eduardo Braga (MDB) rebateu o ex-ministro, afirmando que mortes por falta de oxigênio foram registradas até o fim do mês.

"O senhor estava lá e viu com seus olhos, os amazonenses morrendo por falta de oxigênio", afirmou

"Antes a gente ficava dependendo da ajuda do Gusttavo Lima, do Paulo Gustavo", completou.