Pazuello depõe à PF sobre o caso Covaxin, que investiga Bolsonaro por prevaricação

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Brazilian former Minister of Health and general of the Brazilian Army, Eduardo Pazuello, arranges his face mask during a session of the Parliamentary Committee of Inquiry that will investigate the government's handling of the coronavirus pandemic in Brasilia on May 19, 2021. (Photo by Sergio Lima / AFP) (Photo by SERGIO LIMA/AFP via Getty Images)
Bolsonaro alega que informou Eduardo Pazuello sobre possíveis irregularidades no caso Covaxin (Foto: Sergio Lima/AFP via Getty Images)
  • Eduardo Pazuello depõe à Polícia Federal nesta quinta-feira

  • PF investiga o presidente Jair Bolsonaro por prevaricação no caso Covaxin

  • Presidente teria sido informado sobre possíveis irregularidades no contrato da Covaxin pelos irmãos Miranda

O ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello depõe à Polícia Federal nesta quinta-feira (29) para prestar esclarecimento sobre o caso Covaxin. O inquérito da PF investiga se o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) cometeu o crime de prevaricação.

Pazuello chegou à sede da Polícia Federal em Brasília por volta das 9h45.

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O inquérito investiga se Bolsonaro sabia das irregularidades no contrato entre o governo federal e a Precisa Medicamentos, então representante da Bharat Biotech, produtora da Covaxin. O presidente teria sido alertado pelos irmãos Miranda - que já depuseram à PF. 

O crime de prevaricação é caracterizado quando um agente público não age segundo as obrigações em benefício próprio. Bolsonaro, se foi informado sobre as irregularidades.

À CPI da Covid no Senado, o deputado Luis Miranda (DEM-DF) e o irmão dele, Luis Ricardo Miranda, servidor do Ministério da Saúde, denunciaram que havia uma pressão dentro da pasta para a aprovação da Covaxin. Os dois teriam se reunido com Bolsonaro para informar sobre possíveis irregularidades – o próprio presidente confirmou o encontro.

Segundo Bolsonaro, ele teria informado Eduardo Pazuello, então ministro da Saúde, ao saber sobre o caso.

O inquérito contra Bolsonaro, que investiga o crime de prevaricação, foi aberto após um pedido da Procuradoria-Geral da República.

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