PDT de Ciro vai participar de atos do MBL, que ele já classificou como 'facção criminosa'

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Brazilian presidential candidate Ciro Gomes attends a rally at Rocinha slum in Rio de Janeiro, Brazil October 5, 2018. REUTERS/Sergio Moraes
(Foto: REUTERS/Sergio Moraes)
  • Divulgação foi feita em nota à imprensa

  • Atos serão contra o presidente Jair Bolsonaro

  • Partido critica agenda reacionária e golpista do presidente

O diretório paulista do PDT (Partido Democrático Trabalhista), sigla do ex-candidato à Presidência Ciro Gomes, declarou que irá participar das manifestações contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que estão marcadas para 12 de setembro, em diversas cidades do país.

As manifestações do dia 12 de setembro estão sendo convocadas por partidos e organizações alinhadas ao centro e à direita que se posicionam contra o presidente Jair Bolsonaro. Um dos principais organizadores é o Movimento Brasil Livre (MBL), que já foi amplamente criticado por Ciro Gomes. Em 2019, chegou a chamar o grupo de “facção criminosa”.

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O PDT informou, em nota encaminhada à imprensa, que a decisão foi motivada pela insistência de Bolsonaro em defender uma agenda golpista e os constantes ataques às instituições democráticas.

“Se já não bastasse a incompetência generalizada na economia, na saúde, na educação, na assistência social e nas demais áreas, Bolsonaro e seu governo insistem em uma agenda reacionária, autoritária e golpista. Com ataques diários à democracia, às instituições e à Constituição, Bolsonaro segue cometendo dúzias de crimes de responsabilidade”, afirma a nota.

O comunicado foi assinado pelo presidente do PDT São Paulo, Antonio Neto. No texto, a sigla ainda convoca manifestantes para se juntarem contra o presidente.

“É hora de unirmos forças da esquerda à direita pelo impeachment desse presidente tirano e incompetente. Todos aqueles que realmente querem a saída de Bolsonaro precisam estar juntos neste momento, sem cálculos eleitorais para 2022 e sem sectarismos oportunistas.”

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