PEC dos Precatórios abre espaço de R$ 106,1 bi, mas sem reajuste de servidor e ajuda a caminhoneiro

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BRASÍLIA — O governo terá uma folga de apenas R$ 1,1 bilhão para gastar livremente no Orçamento de 2022 com a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos Precatórios, após corrigir despesas obrigatórias como aposentadorias e reservar os recursos para o Auxílio Brasil (novo Bolsa Família).

Os novos números foram apresentados nesta segunda-feira pelo secretário de Tesouro e Orçamento do Ministério da Economia, Esteves Colnago, em audiência no Senado.

O espaço baixo para outros gastos mostra a dificuldade que o governo terá para alocar no Orçamento de 2022 uma série de promessas do presidente Jair Bolsonaro que poderiam funcionar como vitrine no ano em que ele pretende concorrer à reeleição.

O presidente sancionou nesta segunda-feira um vale-gás para famílias de baixa renda, já anunciou um auxílio para compensar caminhoneiros pela alta do diesel e prometeu um reajuste para servidores públicos, caso a PEC seja aprovada pelo Congresso.

Com os números apresentados nesta segunda-feira, não há espaço para todas as despesas prometidas por Bolsonaro.

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