Pedidos de auxílio-desemprego nos EUA caem mais do que o esperado

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Cidadã norte-americana desempregada e sua filha aguardam carona após receberem alimentos gratuitos de instituição em Massachusetts, nos EUA

WASHINGTON (Reuters) - O número de norte-americanos que entraram com novos pedidos de auxílio-desemprego diminuiu na semana passada, sugerindo que o mercado de trabalho está se estabilizando conforme as autoridades começaram aliviar as restrições relacionadas à pandemia.

Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego totalizaram 779 mil em dado ajustado sazonalemente na semana encerrada em 30 de janeiro, contra 812 mil na semana anterior, informou o Departamento do Trabalho nesta quinta-feira.

Economistas consultados pela Reuters projetavam 830 mil pedidos na última semana.

Os pedidos permanecem acima do pico de 664 mil visto durante a Grande Recessão de 2007-09, mas bem abaixo do recorde de 6,867 milhões em março, quando a pandemia chegou aos EUA.

Parte dos pedidos reflete pessoas que voltaram a pedir o benefício após o governo renovar no fim de dezembro um suplemento de 300 dólares até 14 de março como parte de um pacote de quase 900 bilhões de dólares em alívio à pandemia.

(Reportagem de Lucia Mutikani)