Pela primeira vez, a PM do Rio instala barreiras nos acessos à orla e revista o público com o uso de detectores de metais

Os acessos à orla contam com 16 pontos de revista, em que policiais utilizam detectores de metal para revistar o público. Na Praça do Lido, cerca de 20 agentes revistam todas as pessoas que passam, suas bolsas e seus isopores e não há filas. O ponto também serve para que crianças sejam identificadas com pulseiras, em que se colocam seus nomes e o contato dos responsáveis.

— Já é meu segundo réveillon no Rio e está muito mais organizado. Tranquilo eu não fico nunca, mas, querendo ou não, é um resguardo — diz Ailton Macedo, paulistano que colocou pulseiras em seus filhos Guilherme e Arthur.

Pela primeira vez, a Polícia Militar do Rio instalou barreiras nas ruas de acesso à orla e revista o público com o uso de detectores de metais.

Já na Rua Rodolfo Dantas, um dos pontos de vistoria não está mais funcionando devido ao grande fluxo de pessoas.

Pela primeira vez, a Polícia Militar do Rio instalou barreiras nas ruas de acesso à orla e revista o público com o uso de detectores de metais.

No ponto de revista da rua República do Peru, homens, mulheres, jovens, idosos…Quase ninguém passava sem ser a verificação pelo detector de metal. Até 21h15, nenhum objeto proibido havia sido apreendido ainda.

—Está tranquilo por aqui. Não houve apreensão de nada até o momento. O pessoal sabe dessa revista e não está arriscando — afirmou o comandante Amaral, do 19 Batalhão.

Na Rua Duvivier, o pente fino também não detectou nenhum artefato que ameace a segurança do evento.

— Mas em outros, já foram apreendidas faças e tesouras. Aqui não estamos deixando passar nenhum objeto perfurocortante — disse o tenente Alex, que está atuando na Rua Duvivier.

De São Cristóvão, mas hospedada na casa de familiares no bairro, a jornalista Marta de Barros Licastro está aprovando a medida inédita no Réveillon de Copacabana.

— Aqui tem muitos idosos e crianças e sempre circulamos com muito medo durante esses grandes eventos, mas acredito que essas revistas vão melhorar bastante nossa segurança. Espero que dê bons resultados e continue nos próximos anos — declarou ela, que tem 61 anos.

Na Rua Belford Roxo, o fluxo é tranquilo, sem ocorrências também até o momento.

Na rua Rodolfo Dantas, um dos pontos de acesso mais movimentados e próximos ao palco principal, desde cerca de 20h30 não há mais revista.

Outro local de inspeção, a Avenida Princesa Isabel, próximo ao segundo palco, onde se apresentam artistas como Mart’nália e Preta Gil, a movimentação é intensa, com agentes verificando inclusive o interior de bolsas e mochilas.