Pena de morte e tortura: as leis contra a comunidade LGBTQ+ no mundo

Em muitos países, se relacionar com alguém do mesmo sexo ainda é um perigo e pode, inclusive, ser um ato fatal.

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Segundo levantamento da Associação Internacional de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Trans e Intersexuais (ILGA), 70 países criminalizam a homossexualidade, o que representa 35% das nações membros da ONU.

Em 11 deles, sair do armário é uma sentença de morte. Se é o seu caso, melhor passar longe de países como Arábia Saudita, Irã, Nigéria, Somália, Catar e Afeganistão.

Outros 31 aplicam penas que podem chegar a 8 anos de prisão. E em 26, demonstrar afeto por alguém do mesmo sexo pode significar passar o resto da vida atrás das grades. A grande maioria se concentra na África e na Ásia.

Mesmo sem pena de morte em lei, países como Uganda, Iraque e Egito possuem grupos de extermínio que perseguem homossexuais. A Chechênia chegou ao ponto de criar campos de concentração para torturá-los.

Apesar da maior parte do mundo não criminalizar mais a comunidade LGBT, o preconceito ainda está enraizado.

Como na China, onde famílias arranjam casamentos heterossexuais contra a vontade dos filhos. Já a Rússia possui uma lei banindo a “propaganda gay”. Lá, homossexuais também são caçados enquanto as autoridades fecham os olhos.

E mesmo países onde o casamento entre pessoas do mesmo sexo é legalizado, como o Brasil, ainda existe uma resistência de alas mais conservadoras da sociedade e até de políticos de alto escalão.

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