Perda da filha, dois amores e incêndio... Ester, Tancinha e Bibi vivem, nas tramas, dilemas de perder o sono

Marcelle Carvalho
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Foto: João Miguel Júnior/rede globo/divulgação

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Foto: João Miguel Júnior/rede globo/divulgação

Uma mora em Natal, a outra em São Paulo, e a terceira, no Rio de Janeiro. Mas Ester (Grazi Massafera), Tancinha (Mariana Ximenes) e Bibi (Juliana Paes) estão totalmente conectadas na dor. As protagonistas de “Flor do Caribe”, “Haja coração” e “A força do querer”, respectivamente, estão vivendo, ao mesmo tempo, dilemas de tirar o sono.

Na trama das seis, o mundo de Ester vem abaixo, esta semana, por conta do ódio de Alberto (Igor Rickly). Ele quer destruí-la por não aceitar a separação e, principalmente, por vê-la de volta nos braços de Cassiano (Henri Castelli). O vilão, então, tira da loura a guarda da filha deles, arma para ela perder a ONG e ainda a obriga a depor contra Cassiano, já que ele denuncia o piloto após uma agressão.

— Vamos ter cenas movimentadas nos próximos capítulos! Alberto apronta com Ester, ele vai tentar fazer da vida dela um caos. Mas a força dela como mãe a transforma em uma leoa. Acho importante a novela levantar temas fortes, como a alienação parental. Sabemos que existem vários casos de pais (ou mães) que utilizam os filhos para tentar atingir o ex. A novela tem esse cunho social, que fica como um alerta — valoriza Grazi.

Já em “Haja coração”, o problema de Tancinha pode até parecer mais suave, mas também traz muito sofrimento. A feirante já não sabe se fica com Apolo (Malvino Salvador) ou com Beto (João Baldasserini), já que o publicitário está marcando território e bagunçando o coração da bela, que antes só tinha olhos para seu namorado de longa data.

— Tancinha é passional, impulsiva. Tanto na vida quanto no amor. Na disputa entre Apolo e Beto não é diferente. Ela fica literalmente ‘divididinha’ — garante Mariana.

Para fechar o trio atormentado, Bibi, a partir de amanhã, cruza a linha da bandidagem. Em dúvidas entre proteger Rubinho (Emilio Dantas) e deixá-lo se encrencar ainda mais, ela flerta com a ilegalidade ao colocar fogo no restaurante onde o marido trabalhava, para sumir com provas que o incriminam.

— Bibi é emocionalmente imatura e dependente. O comportamento explosivo dela, sem medir as consequências, é perigoso. Em qualquer época, alguém que seja emocionalmente dependente de alguém vai estar sempre em perigo. Mas, não vou mentir, toda vez que tinha que fazer cenas de colocar fogo em alguma coisa, era sempre divertido. É muito maravilhoso quando uma personagem dá essa liberdade de fazer algo que você nunca faria — afirma Juliana.