Peronismo e oposição lutam pelo controle do Congresso em eleições de meio de mandato na Argentina

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Por Nicolás Misculin

BUENOS AIRES (Reuters) - O peronismo de centro-esquerda tentará reverter nas eleições legislativas deste domingo a esmagadora derrota que sofreu nas primárias e assim manter sua hegemonia no Parlamento argentino, em meio a uma grave crise econômica.

A votação, que começou às 8h no horário local, é fundamental para o futuro do presidente Alberto Fernández, cuja capacidade de gestão deve ser afetada em caso de perda, e para a oposição de centro-direita, que pode se fortalecer para a eleição presidencial de 2023.

"O que pedimos à maioria dos argentinos é que eles compareçam e mostrem que podemos construir o país que queremos. À noite ouviremos o que eles disseram", disse Fernández a jornalistas após a votação na cidade de Buenos Aires.

“Amanhã é segunda-feira e a Argentina continua. Amanhã (estaremos) com todas as forças para continuar governando e fazendo o que temos que fazer para que o país siga bem”, acrescentou.

O Congresso deve tratar em breve das reformas judiciais e tributárias para um eventual acordo de renegociação de uma dívida de 45 bilhões de dólares com o Fundo Monetário Internacional (FMI), questões que podem ser complicadas para o governo após uma derrota eleitoral.

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