Personalidades da TV e do esporte detalham suas Copas do Mundo inesquecíveis

A maioria dos brasileiros já está em clima de Copa do Mundo. E com o elenco da televisão não é diferente. Apresentadores, atrizes e atores de novela, comentaristas e personalidades da música detalharam com exclusividade ao site quais são suas lembranças mais marcantes de Copa do Mundo.

Fabio Porchat diz que viveu bons momentos no Mundial de 2014.

— A Copa no Brasil foi inesquecível porque foi a primeira a que eu fui. Eu vi e gostei. Fui assistir a vários jogos, viajei pelo país para ver. Então, foi muito emocionante. Fiquei apaixonado por Copa. Já gosto de Copa do Mundo... Mas fiquei encantado. Tanto é que fui à da Bélgica e vou à do Catar. Meu objetivo é ir a todas as Copas porque o clima é muito gostoso. Você assiste a jogos que não são do seu time, inclusive. É muito divertido. Porque daí você quer que saia gol. Não está nem aí se está ganhando ou se está perdendo. Só quer estar no lugar. E tem as festas, tem o Fun Fest, as pessoas reunidas no mesmo objetivo, gente do mundo todo — empolga-se o apresentador do "Que história é essa, Porchat?", que viajará para o Catar na próxima sexta (25).

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Roger Flores, que faz parte da cobertura da Copa na Globo, lembra-se de diferentes edições:

— O título da Copa de 94 foi o primeiro que eu vi a seleção conquistar. Eu já estava completamente inserido no mundo do futebol. Em 2002, eu já estava jogando, com aquela expectativa de ir para a Copa. Ainda assim (não tendo ido), vi e me emocionei com a taça. E nas últimas duas estava fazendo a cobertura. Poder contar a história da seleção da Costa Rica (em 2014) foi bem legal. Eu estava começando, não eram os principais jogos. E saiu um monte de jogo da Costa Rica na primeira fase. Aí a Costa Rica foi passando, foi para as oitavas de final, foi para as quartas de final... Encantando o Brasil com a simpatia, com a humildade e com a simplicidade. Eu fui contando aquela história até as semifinais contra a Holanda. Eles honraram muito o país, se tornaram heróis aqui no Brasil (a seleção só perdeu para a europeia nos pênaltis). Já na Copa da Rússia (2018) eu tinha um pouquinho mais de bagagem, fui até mais à frente contar a história da Inglaterra com a Croácia, que ganhou aquele jogo deixando os favoritos de fora da final. E agora, mais uma vez, vêm novas histórias, surpresas. Quero contar cada detalhe do que a Copa nos oferece.

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