Pesquisa elenca piores emojis para se usar no trabalho

Emojis aparentemente inofensivos podem ser mal interpretado por outros colegas (Jakub Porzycki/NurPhoto via Getty Images)
Emojis aparentemente inofensivos podem ser mal interpretado por outros colegas (Jakub Porzycki/NurPhoto via Getty Images)
  • Dentre os proibidos estão aqueles que podem ter conotação sexual ou ofensiva;

  • Emojis aparentemente inofensivos podem ser mal interpretado por outros colegas;

  • 30% dos entrevistados afirmou não utilizar emojis quando conversando com o chefe.

Uma pesquisa feita pelas empresas Slack, mensageiro desenvolvido especificamente para escritórios, e Duolingo, aplicativo de ensino de línguas, indicou quais são os melhores e piores emojis para se usar no ambiente de trabalho. Para isso, foram entrevistados 9,4 mil empregados do regime híbrido da América do Norte.

Entre os melhores estão 😉, 💔 e 🤗, que segundo os entrevistados sinalizam empatia e compreensão. Já os piores posicionados são estes 💋, 👅, 💩 e 🍆 que podem ser entendidos com certa conotação sexual e ofensiva.

No entanto, a pesquisa não parou por aqui. As empresas descobriram também que há uma série de emojis, que podem parecer "universais", mas que são interpretados diferentemente pelas pessoas.

Um exemplo deste é 🙂, que para alguns sinaliza felicidade e positividade, porém para 14% (ou 1.316 pessoas), veem no rosto "profunda exasperação e/ou desconfiança". Outro que atrai divergências é 💸, para uns significa perda de dinheiro, já para outros é ganho de dinheiro.

A pesquisa também notou que há uma diferença cultural na percepção da necessidade de emojis. Enquanto em alguns países, como a Índia (85%), China (74%) e Estados Unidos (71%), uma mensagem sem emoji parece incompleta, para outros eles não adicionam em nada na mensagem, chegando poder até mesmo a atrapalhar. A taxa global de aceitação é de 58%.

Por outro lado, nas relações os pesquisadores descobriram que 53% dos entrevistados usam os emojis para conversar com colegas, enquanto 73% usam para conversar também com os amigos. Entretanto, 30% preferem não arriscar alguma má interpretação desse recurso com os chefes.