Pesquisa do LinkedIn revela as dez startups em alta no Brasil

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A quarta edição da lista LinkedIn Top Startups 2021 elegeu as dez empresas que mais se destacaram por seu crescimento, comprometimento e atração de talentos, com base na análise de dados dos mais de 774 milhões de usuários rede social profissional no mundo. O primeiro lugar ficou com o banco digital C6 Bank, que está com 500 vagas abertas.

“Esse é um reconhecimento muito importante e nos deixa honrados, especialmente quando pensamos que o C6 Bank é uma empresa jovem, que conseguiu, em tão pouco tempo, se tornar uma empregadora forte e capaz de atrair grandes talentos”, diz Rafael Brazão, head de Gente e Gestão do C6 Bank.

O segundo lugar do ranking foi ocupado pela fintech Neon e o terceiro, pela empresa de tecnologia para recursos humanos Gupy. Em seguida, aparecem a Kestraa, de gestão e operação de comércio exterior; a Mandaê, de serviço logístico para e-commerce; e a plataforma digital para compra e venda de imóveis Loft.

Por último, estão: a foodtech Dengo Chocolates; a empresa de soluções para análise de dados, DataSprints; a Kovi, de aluguel de carros; e a Liv Up, foodtech de comida natural e mercado online.

Como critérios, o time editorial do LinkedIn usou uma metodologia que leva em consideração quatro pilares: o crescimento no número de funcionários, o interesse pelas vagas disponibilizadas, o engajamento de usuários com a empresa e seus funcionários, além da atração de profissionais.

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Para serem elegíveis, as startups deveriam ser independentes e de propriedade privada, com 50 ou mais funcionários, fundadas há sete anos ou menos e com a matriz no Brasil. Empresas de seleção de pessoal, “think tanks”, organizações sem fins lucrativos, aceleradoras, entidades filantrópicas, empresas de capital de risco e órgãos estatais foram excluídos. As startups que dispensaram 20% ou mais de sua força de trabalho entre junho de 2020 e 2021, período em que a metodologia foi aplicada, também foraam consideradas inelegíveis.

Para Rafael Kato, editor-chefe do LinkedIn para América Latina, os setores contemplados refletem o cenário de constantes mudanças causadas pela Covid-19, em que muitos negócios tiveram que se reinventar para continuar atraindo investimentos, funcionários e novos clientes:

“Temos uma lista muito forte em inovação com o oferecimento de serviços digitais que foram reforçados pela necessidade do isolamento social causado pela pandemia, como serviços financeiros, negócios ligados à logística e frete com o fortalecimento dos e-commerces. Além disso, percebemos também a presença de companhias que disponibilizam produtos que fazem parte do dia a dia das pessoas, como banco digital e delivery de alimentos”, afirma.

A lista também é realizada em outros 25 países, como Alemanha, Canadá, Estados Unidos, Itália, índia, Japão, México, Arábia Saudita, Bélgica, Cingapura e Egito.

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