Petistas apostam em Bivar como ponte com União Brasil para governo

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*ARQUIVO* BRASÍLIA, DF, 20.02.2019 - O deputado federal Luciano Bivar, presidente nacional do PSL (Partido Social Liberal), durante entrevista à imprensa no Salão Verde da Câmara dos Deputados, em Brasília (DF). (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
*ARQUIVO* BRASÍLIA, DF, 20.02.2019 - O deputado federal Luciano Bivar, presidente nacional do PSL (Partido Social Liberal), durante entrevista à imprensa no Salão Verde da Câmara dos Deputados, em Brasília (DF). (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Embora a provável neutralidade do União Brasil frustre petistas, que esperavam agregar a musculatura e o tempo de televisão da legenda à campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), interlocutores do ex-presidente apostam que a sinalização possa render pontes no futuro.

Para o ex-governador do Piauí Wellington Dias, o aceno do deputado federal Luciano Bivar (União-PE), que abandonou a disputa presidencial, pode ajudar a aproximar o União de um eventual mandato de Lula para ajudar na governabilidade.

"O objetivo não é só vencer no primeiro turno [...], mas também ajudar na formação da base para governabilidade", diz Dias.

Segundo ele, as conversas com lideranças tanto do União quanto de outros partidos não coligados continuarão, com vistas a um possível governo.

Outro aliado menciona como alvos o também PSD, o MDB e até mesmo PP e PSDB.

O PT tem tentado pavimentar uma vitória no primeiro turno para evitar surpresas no segundo turno. Há receio até de que haja decretação de GLO (Garantia da Lei e da Ordem) e que, acuados, seus eleitores não compareçam às urnas.

A desistência de Bivar, no entanto, altera pouco o cenário eleitoral. Ele não chegou a pontuar no último Datafolha.

Bivar anunciou na convenção do União Brasil em Pernambuco que não disputaria a Presidência e indicou a senadora Soraya Thronicke (União-MS) para o pleito. Integrantes da legenda, no entanto, afirmam que o mais provável no momento é abandonar a corrida e liberar os diretórios estaduais.

Um dirigente do União avalia ser muito improvável que o partido integre a base do governo Lula, caso ele se eleja. Desde a época em que se chamava PFL, o DEM, tinha uma atuação muito contundente contra as gestões petistas. Dificuldade que também seria encontrada entre os egressos do PSL que, em boa parte, se elegeram ancorados no discurso antipetista.

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