Petistas dão como certa saída de marqueteiro da pré-campanha de Lula

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SÃO PAULO - Após a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, afirmar que serão ajustados os rumos da comunicação da pré-campanha do ex-presidente Lula, lideranças do partido dão como certa a saída do marqueteiro Augusto Fonseca, ligado ao ex-ministro Franklin Martins. O mais cotado para assumir o posto é Sidônio Palmeira, que fez as campanhas vitoriosas de Jaques Wagner e Rui Costa na Bahia entre 2006 e 2018.

Há dúvida ainda sobre a permanência ou não de Franklin. Augusto havia sido escolhido em um processo de seleção comandado pelo ex-ministro, que responde por toda a comunicação da pré-campanha petista desde o ano passado.

O marqueteiro entrou em conflito com a cúpula do PT por causa da quantia cobrada para cuidar da campanha presidencial petista. Augusto apresentou uma conta superior a R$ 40 milhões, valor considerado fora da nova realidade das campanhas políticas brasileiras.

O desgaste aumentou em razão da insatisfação com a propaganda partidária produzida por Augusto, exibida em TV aberta desde o mês passado. Os vídeos foram considerados sem emoção. Antes, já havia acontecido um embate devido ao valor cobrado para o material dessa propaganda. O PT não aceitou a quantia pedida e o marqueteiro acabou fazendo apenas os spots que têm a participação de Lula.

Na terça-feira, Glelsi foi questionada sobre a crise na comunicação da campanha e respondeu:

— Nós estamos discutindo a estrutura de comunicação, tanto do partido como da campanha. Vamos tomar as medidas que acharmos necessárias tomar para ajustar, mas isso não é um problema relevante.

Com a saída de Augusto praticamente sacramentada, a direção do PT iniciou conversas com Sidônio. Ele foi o segundo colocado no processo seletivo, do qual participaram também outros dois profissionais.

Em 2018, o baiano cuidou da campanha vitoriosa à reeleição do petista Rui Costa a governador e, no segundo turno, atuou como consultor da campanha presidencial de Fernando Haddad. Pela estrutura em vigor definida por Lula, caso Franklin permaneça, o novo marqueteiro teria que se reportar ao ex-ministro.

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