Pfizer e BioNTech anunciam parceria com farmacêutica brasileira para produzir vacina no Brasil

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Brasov, Romania - February 21, 2021: Doctor or scientist holding Pfizer-BioNTech Covid-19 vaccine on a white background.
Vacinas da Pfizer produzidas no Brasil serão distribuídas exclusivamente para a América Latina (Foto: Getty Images)
  • Farmacêutica brasileira Eurofarma será a responsável por produzir vacinas da Pfizer no país

  • Distribuição das vacinas será feita exclusivamente para a América Latina

  • Previsão é que a Eurofarma produza 100 milhões de doses da vacina por ano

A Pfizer e a BioNTech, responsáveis pela produção de vacinas contra a covid-19, anunciaram nesta quinta-feira (26) que assinaram uma carta de intenção para produzir imunizantes no Brasil. A farmacêutica escolhida foi a Eurofarma, que distribuirá vacinas para toda América Latina.

Esse será o terceiro imunizante produzido no Brasil, depois da vacina da SinoVac, produzida pelo Instituto Butantan, e a Oxford/AstraZeneca, produzida pela Fiocruz.

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Segundo o comunicado divulgado pelas empresas, a Eurofarma vai receber o produto de instalações nos Estados Unidos e começará a fabricar as próprias doses no início do ano de 2021. A expectativa é que a produção anual seja na ordem de 100 milhões de doses, e essas vacinas serão distribuídas exclusivamente para países da América Latina.

No comunicado, o CEO da Pfizer, Albert Bourla, falou sobre a importância de distribuir vacinas para países com menos capacidade financeira. “Todos – independentemente da condição financeira, etnia, religião ou geografia, merecem acesso às vacinas contra a Covid-19 que salvam vidas. Nossa nova colaboração com a Eurofarma expande nossa rede global de cadeia de suprimentos – nos ajudando a continuar fornecendo acesso justo e equitativo à nossa vacina. Continuaremos a explorar e buscar oportunidades como esta para ajudar a garantir que as vacinas estejam disponíveis para todos os que precisam.”

O CEO e confundador da BioNTech, Ugur Sahin, seguiu na mesma linha: “A parceria de hoje é um passo importante para ampliar o acesso às vacinas na América Latina e além, expandindo nossa rede de fabricação global”.

A vacina a Pfizer foi a primeira a ter o registro definitivo no Brasil e é o único autorizado a ser aplicado nos jovens entre 12 e 17 anos.

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