PGR não vê indícios para investigar Bolsonaro em caso de pastores do MEC

·1 min de leitura
PGR não vê indícios para investigar Bolsonaro em caso de pastores do MEC (Foto: Mateus Bonomi/Anadolu Agency via Getty Images)
PGR não vê indícios para investigar Bolsonaro em caso de pastores do MEC (Foto: Mateus Bonomi/Anadolu Agency via Getty Images)
  • PGR não vê indícios para investigar Bolsonaro em caso de pastores do MEC

  • Segundo a procuradoria, Ministério Público já deu o andamento devido ao caso ao solicitar a abertura de inquérito

  • Em áudio, ex-ministro da Educação afirmou que o governo dá prioridade a pedidos de verba negociados por dois pastores

A Procuradoria-Geral da República defendeu na terça-feira (19) que não há elementos suficientes para abrir uma investigação contra o presidente Jair Bolsonaro (PL) pelas suspeitas de irregularidades na distribuição de recursos públicos do Ministério da Educação (MEC). A informação é da CNN Brasil.

A PGR enviou uma manifestação ao STF (Supremo Tribunal Federal) avaliando que o Ministério Público já deu o andamento devido ao caso ao solicitar a abertura de um inquérito.

“Vê-se que o Ministério Público Federal deu a devida atenção ao caso, procedendo à análise das notitias criminis que aportaram no âmbito da Procuradoria-Geral da República, como ocorre sempre por ocasião do ingresso de informações de suposta infração penal, independente se são de iniciativa de cidadão, de pessoa jurídica ou mesmo dos Poderes da República, e pugnando pela instauração da investigação sob supervisão do Supremo Tribunal Federal, quando é o caso”, afirmou.

Ainda de acordo com a CNN Brasil, a PGR informou que os indícios apresentados até o momento “não são suficientes para inclusão do representado [Bolsonaro] como investigado pelos eventos em questão, eis que não apontam indícios da sua participação ativa e concreta em ilícitos penais”.

Em março, o jornal Folha de São Paulo divulgou um áudio em que o então ministro da Educação, Milton Ribeiro, afirmava que o governo dá prioridade a pedidos de verba negociados por dois pastores que não tem cargos oficiais, mas atuam de forma informal dentro da pasta, atendendo a uma solicitação de Bolsonaro.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos