PGR volta a defender que Roberto Jefferson seja colocado em prisão domiciliar

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BRASÍLIA — Em manifestação encaminhada ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), a Procuradoria-Geral da República (PGR) voltou a defender que o ex-deputado federal Roberto Jefferson seja colocado em prisão domiciliar. O presidente do PTB, que é apoiador do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), está preso desde o último dia 13 sob a acusação de ameaças às instituições e à democracia.

O parecer encaminhado à Corte é assinado pela subprocuradora-geral da República Lindôra Maria Araújo, umas das mais próximas auxiliares de Augusto Aras. No documento, a PGR diz que Jefferson não apresenta risco à sociedade, e afirma que as ameaças do ex-deputado não "ultrapassaram o campo da oratória".

"Embora os discursos ofensivos devam ser coibidos, o agravante, caso venha a ser submetido a prisão domiciliar, dada a sua fragilidade física e estando sem se comunicar com a mídia, via internet ou por qualquer outro meio de comunicação ou eletrônico, não oferecerá risco à sociedade, até porque suas manifestações nunca ultrapassaram o campo da oratória", diz a manifestação.

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