Phelps: 'sempre disse que tudo é possível'

O americano Michael Phelps, que nesta terça-feira obteve o recorde de 19 medalhas olímpicas na história dos Jogos, relembrou seu lema de que "tudo é possível", e agradeceu a equipe americana por lhe permitir "este momento" em Londres.

"Sempre disse que tudo é possível", destacou Phelps após superar o recorde de 18 medalhas conquistadas pela ginasta soviética Larisa Latynina entre 1956 e 1964.

O nadador de 27 anos rejeitou o título de super-homem e lembrou seu sacrifício: "foi um trabalho duro e Bob (Bowman, treinador) me ajudou a chegar até aqui".

Phelps já obteve três medalhas em Londres, que se somam às 16 conquistadas nos Jogos de Atenas-2004 e Pequim-2008.

"Fomos capazes de nos concentrar e fazer algo que jamais havíamos feito. Isto é algo muito especial para mim e há muitas emoções que passam pela minha cabeça neste momento".

Phelps explicou que no revezamento 4x200 metros livre no qual bateu o recorde de medalhas de Latynina pediu a seus companheiros de equipe para lhe dar uma "grande vantagem" para nadar tranquilo a última perna.

"Disse aos garotos que queria uma boa vantagem na última perna e fizeram isto. Tive apenas que mantê-la. Quero agradecer a eles por poder viver este momento".

Pouco antes de levar o ouro no 4x200, Phelps conquistou a medalha de prata nos 200 metros borboleta, onde foi superado nos últimos metros pelo sul-africano Chad le Clos.

"Obviamente queria mais um ouro nos 200 metros borboleta, mas Chad fez uma grande prova. É um batalhador, um nadador rápido e um adversário forte".

Phelps ainda disputa três provas em Londres: 200m medley, 100m borboleta e 4x100 4 estilos.

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