PIB do Brasil: última década teve começo promissor e fim melancólico

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A Brazilian truck driver covers his face to protect himself from dust as he waits to unload his cargo of cereal grain at the rail terminal of America Latina Logistica (ALL), along highway BR-364 in Alto de Araguaia, Mato Grosso state September 24, 2012.  With its rail and river networks underdeveloped, Brazil depends heavily on trucking to move its valuable commodities to port. But traffic bottlenecks, backlogs at port, bureaucracy, and high fuel and labour costs amount to a handicap for the country in its ambitions as a global breadbasket.  Picture taken September 24, 2012. To match Feature BRAZIL-TRANSPORT/GRAINS    REUTERS/Nacho Doce (BRAZIL - Tags: BUSINESS COMMODITIES POLITICS AGRICULTURE TRANSPORT TPX IMAGES OF THE DAY) 



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A média das projeções do mercado para o crescimento do Brasil em 2021 está atualmente em 3,29%

O Brasil encerrou 2020 com um tombo histórico de 4,1% no PIB, que é a soma das riquezas de um país. Foi o pior número desde 1996.

Se levarmos em conta a década que se passou, podemos dizer que foi mais um período “perdido” para o Brasil. 

Todos os dados citados nesta reportagem são de acordo com o IBGE.

2010, o último do governo Lula, teve um crescimento animador, 7,5%, o maior desde 1986.

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No ano seguinte, já sob a gestão de Dilma Rousseff, o PIB avançou 3,97%. 2010 também houve crescimento, mas tímido, 1,9%.

Em 2013, ano que ficou marcado pelas manifestações de rua, a economia cresceu 3%. Em 2014, quando Dilma foi reeleita, o PIB já dava sinais de fraqueza e cresceu apenas 0,5%.

Em 15-16, a recessão veio com força. Tivemos dois anos com PIB negativo em 3,5% e 3,3%, respectivamente. 2016 também foi marcado pelo impeachment da petista e início do governo de Michel Temer.

2017, 2018 e 2019 foram marcados por crescimentos anêmicos - 1% e 1,1%.

A década começou promissora, mas terminou de forma melancólica. E 2021, infelizmente, não parece ter sinais muito bons.

A média das projeções do mercado para o crescimento do Brasil em 2021 está atualmente em 3,29%, segundo o último boletim Focus do Banco Central. Os economistas já trabalham, porém, com a expectativa de retração no 1º trimestre. Parte do mercado não descarta o risco de uma queda do PIB também no 2º trimestre, o que teríamos uma nova recessão técnica - dois trimestres seguidos de contração.

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