Pink conta sobre seu maior desafio da maternidade, cuidar do filho de 3 anos que testou positivo para Covid-19: "Experiência mais desafiadora"

Desde março, a cantora americana Pink vive uma batalha física e emocional. Desde que testou positivo para Covid-19, ele e o filho Jameson, de 3 anos, tentam se recuperar. Neste Dia das Mães, ela escreveu um ensaio para a NBC contando sobre o desafio que vive há meses e ainda faz uma reflexão sobre o que isso significa para mães de todo o mundo.

"Neste Dia das Mães, eu tenho refletido sobre o presente maravilhoso e desafiador que a vida na quarentena de Covid-19 significou para mim e meus filhos. Ser mãe, professora, cozinheira, confidente e caçadora de sonhos de uma só vez não é tarefa fácil. Mamas de todos os lugares, vocês estão sendo incríveis”, fez a homenagem.

Pink é mãe de dois filhos também detalha como os pais estão "definindo um novo normal" para seus filhos, acrescentando que "o vírus não conhece fronteiras" e que algumas partes do mundo podem estar apenas começando a sentir seus efeitos.

Pink, que revelou no início de abril que ela e o filho estavam com coronavírus, também reflete sobre sua própria experiência com a doença respiratória. "Lutar contra o Covid-19 junto com meu filho de 3 anos foi a experiência mais física e emocionalmente desafiadora que passei como mãe", escreveu. “Semanas depois de receber nossos resultados de testes, meu filho ainda estava doente e com febre. Era um momento aterrorizante, sem saber o que poderia vir a seguir", relembra, que finaliza o texto comentando sobre seus privilégios, apesar de tudo o que passou. “Nossa história não é única. Existem mães em toda a América e no mundo que enfrentam essa mesma incerteza todos os dias. Falo em especial sobre aquelas que vivem em campos de refugiados, comunidades e favelas. Em como está sendo para elas tentar viver este momento. Em muitas partes do mundo, a água não chega em casas e o sabão é um luxo impossível", escreveu a estrela.

Em abril, Pink doou 1 milhão de dólares para a batalha contra o Covid-19. Metade foi para o Fundo de Emergência do Temple University Hospital, na Filadélfia, em homenagem a sua mãe, Judy Moore, que trabalhou lá por 18 anos na Cardiomiopatia e Heart Transplant Center. Os outros US 500.000 foram para o Fundo Emergencial do COVID-19 da Prefeitura de Los Angeles.