Piscina do Parque radical de Deodoro é reaberta e público se diverte

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RIO — O prefeito Eduardo Paes reabriu ao público neste sábado, dia 18, a piscina do Parque radical de Deodoro. Inicialmente, o espaço vai funcionar aos sábados e domingos, limitado a mil pessoas por dia por questões sanitárias devido à pandemia da Covid-19. Em 2016, a piscina, que na verdade é um lago artificial, chegou a receber 3 mil pessoas em um único dia.

— Queremos ao longo do verão abrir o espaço de quinta a domimgo — diz o secretário municipal de Esportes da prefeitura Guilherme Schleder.

O lago já tinha sido liberado para outras atividades como canoagem, aulas de hidro, entre outras práticas, sob orientação da prefeitura ou de projetos comunitários, como aulas de capoeira. A manutenção de todo o complexo, que é o segundo maior parque público do Rio — perde apenas para o Parque do Flamengo — é de R$ 4,5 milhões por ano. Uma organização social acaba de ser contratada para cuidar da área.

— Quando assumimos a prefeitura no início do ano, todos os 29 espaços (entre arenas, o parque de Deodoro e outros espacos) estavam fechados. Só faltava reabrir a piscina — diz Schleder.

O Parque radical de Deodoro foi construído para a Olimpíada e ficou como legado para a cidade após o evento. Em 2016, recebeu provas de canoagem slalom e ciclismo BMX.

No primeiro dia, o movimento no lago foi pequeno. Havia cerca de 100 pessoas na água, segundo estimativas de funcionários:

— Com esse calor que está fazendo, a volta da piscina caiu bem. Mas o movimento está longe do que já foi — diz Magaly Saldanha, de 34 anos, moradora de Ricardo de Albuquerque, que levou os dois filhos ao parque.

O prefeito Eduardo Paes saiu sem dar entrevista.

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