Pix de R$ 23 mil feito durante assalto é recuperado

  • Dinheiro foi bloqueado e devolvido à vítima;

  • Vários bens e dinheiro em espécie também foram roubados;

  • Segundo a Polícia Civil, as investigações continuam.

Uma vítima de roubo a mão armada que foi obrigada a fazer um Pix de R$ 23 mil conseguiu recuperar o dinheiro. Os suspeitos invadiram a casa da vítima na cidade de Lucas do Rio Verde (MT) e pediram as senhas dos aplicativos bancários para a realizar as transferências de dinheiro.

A equipe da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI) conseguiu bloquear R$ 23 mil transferidos pelos criminosos da conta da vítima. O crime ocorreu na segunda-feira (9).

Vários bens e dinheiro em espécie também foram roubados. Segundo o delegado de Lucas do Rio Verde, João Antonio Batista Ribeiro Torres, as investigações a respeito do fato continuam para localizar os suspeitos e os outros bens e valores roubados.

"Celular do Pix"

Com o crescimento no número de furtos e assaltos que buscam invadir as contas bancárias e tirar dinheiro das vítimas com o Pix, um novo termo de busca surgiu no radar das fabricantes de celulares: "celular do Pix".

A compra desse aparelho alternativo vem sendo propagandeada como uma medida de segurança para impedir que o roubo de celular se torne uma grande dor de cabeça no futuro, com os criminosos esvaziando a conta da vítima, além de realizar empréstimos em seu nome.

Fazendo alusão ao serviço de pagamentos instantâneos do Banco Central, o "celular do pix" seria um modelo celular secundário, de menor poder de processamento, que ficaria em casa, sendo utilizado somente para servir de acesso aos aplicativos bancários.

Dicas de proteção ao usar o Pix

Uma das melhores coisas para se proteger é ativar a autenticação de dois fatores para seu acesso bancário. É um modo de reforçar a segurança da sua conta, que não poderá ser acessada somente com o roubo de sua senha.

Também um golpe já antigo, mas que pode causar muito dano aos cidadãos, é o golpe da falsa ligação telefônica.

Muitos fraudadores gostam de agir desta maneira, ligando para o cliente de uma determinada instituição financeira e, já de porte de alguns dados do cliente como o nome, o convencem que são realmente seu banco e o pedem dados mais sigilosos, como número e senha do cartão.

Ao comprar em uma loja online ou através de um marketplace, como o Mercado Livre, é sempre bom garantir que o pagamento seja processado pela plataforma. Se o vendedor insistir em realizar a transação em outro site, ou pedir a transferência do dinheiro, desconfie.

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