PIX ocupa o segundo lugar nos meios de pagamento em e-commerce

A edição de outubro do Estudo de Pagamentos GMattos comprovou que o Pix avançou para 81,4% de aceitação, deixando para trás o boleto com 75,8% (Getty Creative)
A edição de outubro do Estudo de Pagamentos GMattos comprovou que o Pix avançou para 81,4% de aceitação, deixando para trás o boleto com 75,8% (Getty Creative)
  • Pix já ocupa o segundo lugar isolado no ranking dos meios de pagamento adotados pelo e-commerce brasileiro;

  • Gigantes do varejo também já estão disponibilizando o pagamento por Pix tanto nas lojas físicas quanto no E-Commerce;

  • Em janeiro de 2021 a aceitação do Pix por parte dos comércios virtuais do Brasil era de 16,9%, em julho esse índice alcançou 76,3%.

O Pix, sistema de pagamentos instantâneo e gratuito desenvolvido pelo Banco Central a partir de 2018 e lançado em 2020 já ocupa o segundo lugar isolado no ranking dos meios de pagamento adotados pelo e-commerce brasileiro. As informações são do portal E-Commerce Brasil.

A edição de outubro do Estudo de Pagamentos GMattos comprovou que o Pix avançou para 81,4% de aceitação, deixando para trás o boleto com 75,8%. Enquanto em janeiro de 2021 a aceitação do Pix por parte dos comércios virtuais do Brasil era de 16,9%, em julho esse índice alcançou 76,3%.

Gigantes do varejo também já estão disponibilizando o pagamento por Pix tanto nas lojas físicas quanto no E-Commerce. A Via já oferece essa opção nas lojas físicas de Casas Bahia e Ponto, enquanto o Magazine Luiza oferece pagamentos via Pix em seu site e aplicativo.

"Outra questão que tem dificultado a adesão ao débito no online é a da autenticação. No caso do débito banco, cujo nível de aceitação é maior que o do débito bandeira (20,4% a 15,3% em setembro), o processo de aprovação exige autenticação forte, a mesma necessária para o consumidor acessar os dados de sua conta corrente. Esse esforço individualizado somente se justifica por algum outro tipo de relacionamento do lojista com o banco", diz a reportagem.

Quantidade recorde

Em agosto, dados do Banco Central (BC) apontam que o número de chaves Pix cadastradas bateu a marca dos 478,3 milhões até o final de julho deste ano, sendo que a população brasileira é composta por 214,9 milhões de pessoas.

De acordo com o BC, a maior parte das chaves registradas são de pessoas físicas, cerca de 457,4 milhões de brasileiros, o equivalente a 95%. Já o número de chaves de pessoas jurídicas compõe os 20,9 milhões restantes.

Ainda segundo a instituição, a quantidade de operações por meio de Pix já é maior do que transações com cartão pré-pago, transferência intrabancária e débito direto.