Polêmica da bagagem paga em avião pode ter cálculo político de Bolsonaro

***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 13.05.2019 - Fiscais realizam no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, a fiscalização de malas de mão fora do padrão. (Foto: Jardiel Carvalho/Folhapress)
***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 13.05.2019 - Fiscais realizam no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, a fiscalização de malas de mão fora do padrão. (Foto: Jardiel Carvalho/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Depois que a Câmara aprovou a medida provisória que proíbe a venda de uma categoria de passagens aéreas sem despacho de bagagem, o mercado ainda nutre uma esperança de que Bolsonaro venha a vetar, se fizer um cálculo político.

O raciocínio defendido por executivos do setor é o seguinte: a disparada dos combustíveis já turbinou o preço das passagens, tornando as viagens de avião inacessíveis para uma parte da população.

Eles afirmam que, antes de tomar qualquer decisão, Bolsonaro vai lembrar que a expansão do acesso a viagens aéreas conquistado pelos brasileiros veio no início do século, coincidentemente, nos governos Lula.

Neste caso, segundo eles, seria mais estratégico deixar as aéreas venderem uma categoria de bilhete em que o viajante leva só a bagagem de mão se quiser pagar uma tarifa mais barata, mas, pelo menos, uma parte dos passageiros ainda poderia ir de avião.

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