Majestade e Senhorita do Gelo: jovens presas são suspeitas de controlar fações criminosas no Ceará

·1 minuto de leitura
Majestade chefiava uma quadrilha no Ceará - Foto: Reprodução/Redes Sociais
Majestade chefiava uma quadrilha no Ceará - Foto: Reprodução/Redes Sociais
  • Dupla é suspeita de controlar setor financeiros de facções criminosas cearenses

  • Uma delas foi presa enquanto desfrutava de uma viagem de férias

  • Jovem de 19 anos seria responsável por cobrar de cada membro do grupo uma quantia para manter e financiar as atividades criminosas

A Polícia Civil do Ceará prendeu, nos últimos dois dias, duas mulheres acusadas de controlarem financeiramente quadrilhas criminosas no estado. Uma delas, conhecida como Majestade, estava em uma viagem de turismo quando foi detida. Enquanto isso, o grupo do qual ela é suspeita de fazer parte estava em disputas territoriais que, segundo a investigação, deixou mortos entre as facções. 

De acordo com a polícia, Majestade é Francisca Valeska Pereira Monteiro, de 27 anos. Ela estava em Gramado, no Rio Grande do Sul, quando foi capturada. Antes disso, havia visitado o Beto Carrero World, parque temático em Santa Catarina, passado um mês no Rio Grande do Norte e outros dois no Rio de Janeiro. Nas redes sociais, costuma publicar imagens dos “mêrversários” do filho. 

Leia também:

— Ela literalmente usufrui do dinheiro que os demais membros arrecadam — afirma o delegado de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), Klever Farias. 

A jovem, de Itaitinga, Região Metropolitana de Fortaleza, já responde por roubo, associação criminosa, crime contra a fé pública e tráfico de drogas e foi presa suspeita de ser responsável pelo controle financeiro e pela distribuição de áreas de tráfico de drogas de uma organização criminosa do Rio que tem ramificações no Ceará.

Jovem era responsável por cobrar membros de facção

Já a “Senhorita do Gelo”, de 19 anos, é Maria Janaína Sandre Beserra Lima, suspeita de ser responsável, segundo a Polícia Civil, pela cobrança e contabilidade de um grupo criminoso em Pindoretama, também na Região Metropolitana de Fortaleza.  

Ainda de acordo com a investigação, ela é responsável por cobrar de cada membro do grupo uma quantia para manter e financiar as atividades criminosas, como compras e vendas de entorpecentes e armas. 

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos