Polícia Civil do Rio tem quadro de servidores 60% menor do que o necessário

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A Polícia Civil do Rio deveria contar com 26 mil servidores mas, atualmente, há apenas 8.477 servidores ativos. O déficit de vagas é de quase 60% do previsto, o que faz com que um policial tenha que praticamente trabalhar por dois. Por isso, a Comissão de Servidores Públicos da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) realizou uma audiência pública na última quinta-feira (19) para debater a reestruturação das carreiras dos integrantes da PCERJ.

A comissária de Polícia Civil, Márcia Bezerra, destacou a importância da reposição do atual contingente na corporação:

“A carga é muito grande e o acúmulo de funções está desgastando os servidores e o serviço, o que naturalmente já seria desgastante. Cerca de 600 policiais estão afastados por problemas psicológicos muito por causa disso”, declarou.

O presidente da Comissão, deputado Rodrigo Amorim (PSL) se comprometeu, então, a ver com a cúpula da Polícia Civil e o Rioprevidência o que se pode fazer para desbloquear os cargos dos concursos que ainda estão abertos para que seja possível suprir essa falta.

Outro ponto levantado foi o reajuste dos salários e do auxílio alimentação de acordo com a inflação. Segundo o presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado, Leonardo Affonso, o ticket alimentação é no mesmo valor desde 2011, doze reais por dia.

Participaram também da audiência o deputado Luiz Martins (PDT), integrantes de sindicatos e instâncias da Polícia Civil, além de representante da deputada Martha Rocha (PDT).

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