Polícia identifica organização criminosa que aplicava o golpe do 'motoboy' pelo Brasil

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RIO - A Polícia Civil de Santa Catarina identificou, nesta quinta-feira, uma organização criminosa formada por estelionatários que agia em diversos estados do Brasil, aplicando o golpe do “motoboy”. Eles são jovens de classe média e agiam, principalmente, em Florianópolis e Balneário Camboriú.

Segundo a polícia, uma mulher se passava por telefonista de uma instituição financeira e entrava em contato com as vítimas, geralmente idosos, informando que seus cartões de crédito haviam sido clonados. Em seguida, outro criminoso se passava por funcionário do banco, ia até a residência da vítima para coletar o cartão. A partir daí, o grupo realizava diversas compras em estabelecimentos ou usava em máquinas de cartão dos próprios criminosos.

As investigações apontaram um dos integrantes da organização movimentou, em dois meses, mais de dois milhões de reais em apenas uma das diversas contas que possuía. Os autores são considerados foragidos.

Em dezembro de 2020, um homem foi preso em flagrante em um edifício de luxo, em Florianópolis. Ele, segundo a investigação, era um dos coletores de cartão. Após meses de diligências, foi possível qualificar os principais membros e representar pelas respectivas prisões preventivas, bloqueio de ativos financeiros e outras medidas cautelares, que foram deferidas pelo Poder Judiciário. Houve o apoio do Laboratório de Lavagem de Dinheiro da DEIC/PCSC.

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