Polícia investiga perfis nas redes sociais que acusaram Ludmilla de traição

*ARQUIVO* SÃO PAULO, SP, 31.10.2019 - A cantora Ludmilla durante evento em SP. (Foto: Mathilde Missioneiro/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Polícia Civil informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que estão em andamento as investigações para apurar os perfis nas redes sociais que acusaram a cantora Ludmilla de ter traído a sua mulher, Brunna Gonçalves.

Na terça-feira (26), José Estevam Macedo Lima, advogado da funkeira, protocolou petição na Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI) com a notícia crime e as provas anexadas. "Agora o delegado irá instaurar o inquérito para apuração dos fatos e identificação dos responsáveis pelas práticas ofensivas contra a honra da artista", disse ele.

Ludmilla registrou na segunda-feira (25) boletim de ocorrência sobre o assunto. "Eu não ia falar nada, porque eu geralmente cago para essas mentiras, para essas bobeiradas. Só que eu estou de quarentena, não tenho nada para fazer, e quanto mais você caga para essas coisas, mais as pessoas acham que têm direito de ficar inventando mentira e falando merda da vida das pessoas por trás de um fake", afirmou.

Ela também afirmou que vai provar que a internet não é terra de ninguém. "[...] As pessoas têm que começar a ter mais cuidado para mexer na internet. Sabe usar? Boa. Não sabe usar? Tchau, vai ter que pagar por isso."

Por meio de sua assessoria de imprensa, a cantora afirmou que o conteúdo dos supostos diálogos divulgados por internautas, envolvendo duas mulheres que usavam seu nome, são inverídicos. O perfil que publicou o suposto diálogo foi excluído do Twitter.

"A cantora está muito bem casada e focada em seu mais recente lançamento, o EP 'Numanice'. Ludmilla e sua equipe não irão mais comentar as falsas afirmações feitas por perfis de haters na internet, cabe as supostas autoras das mensagens esclarecerem seu conteúdo e não a artista comentar fake news. Lembramos ainda que difamação nas redes sociais pode ser configurado como crime virtual", diz nota oficial.