Polícias Civil e Militar dizem que aplicação da segunda dose de AstraZeneca no momento está suspensa nos batalhões

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RIO — As polícias Civil e Militar comunicaram a seus agentes que a vacinação com a segunda dose da AstraZeneca realizada nos batalhões está suspensa no momento. A informação consta nos boletins internos das corporações. Nenhum dos comunicados traz uma data de previsão de retomada da imunização.

Segundo o informativo da PM, a paralisação se dá "devido a não chegada dos insumos na Secretaria Estadual de Saúde". A corporação diz que os agentes que já estiverem na data para completar o esquema vacinal com a D2 podem buscar por atendimento em postos de saúde fora dos batalhões, e que seja apresentado o comprovante na corporação para atualização do cadastro interno.

"O Comandante Geral no uso de suas atribuições legais e atendendo proposta da Diretora Geral de Saúde informa que a Campanha de Vacinação contra COVID-19, para ser realizada a administração da 2ª dose da vacina ASTRAZENECA, realizada pela Equipe do SASP para os policiais militares da ativa SERÁ INTERROMPIDA, devido a não chegada dos insumos na Secretaria Estadual de Saúde", diz trecho do boletim da PM.

Já no comunicado da Polícia Civil é avisado apenas sobre a suspensão da D2 e que os agentes e colaboradores serão avisados sobre o retorno da imunização.

"(...) COMUNICA A TODOS os Policiais Civis e Colaboradores que, por motivos de força maior, ESTÁ SUSPENSA a aplicação da 2ª dose da vacina AstraZeneca, indicada na carteira de vacinação de cada servidor.

Assim que for restabelecida a vacinação, estaremos informando aos Policiais Civis e Colaboradores."

A vacinação contra a Covid-19 nos batalhões para agentes de segurança da ativa no Rio é realizada desde 14 de abril, que também ocorreu de forma escalonada por idade.

No mês passado, a Secretaria estadual de Saúde (SES) autorizou o uso da segunda dose da vacina contra a Covid-19 da Pfizer em pessoas que receberam a primeira da AstraZeneca. Na época, a pasta destacou que a intercambialidade (mistura de imunizantes) só poderá ser colocada em prática "caso o estado do Rio de Janeiro não receba doses do imunizante Oxford/AstraZeneca em quantidade suficiente para completar o esquema vacinal de quem já recebeu a primeira dose".

A SES não retornou, até o momento, sobre a falta dos imunizantes AstraZeneca. Procuradas, as polícias Civil e Militar também não retornaram até esta publicação.

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