Polícia de Nova York usa cachorro-robô e levanta preocupações

Marcus Couto
·2 minuto de leitura
Robô utilizado pela polícia de Nova York. (Foto: PATRICIA DE MELO MOREIRA/AFP /AFP via Getty Images)
Robô utilizado pela polícia de Nova York. (Foto: PATRICIA DE MELO MOREIRA/AFP /AFP via Getty Images)
  • Polícia de Nova York está empregando um cachorro-robô em sua força.

  • Equipamento já foi utilizado em situações de risco.

  • Críticos apontam para preocupações com privacidade e vigilância.

A polícia metropolitana da cidade de Nova York, nos Estados Unidos, incorporou ao seu esquadrão de segurança pelo menos uma unidade do cachorro-robô Spot, da empresa americana Boston Dynamics. Segundo reportagem do New York Times, o objetivo é testar a tecnologia em comparação a outros equipamentos já utilizados pela polícia.

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O robô quadrúpede é considerado um dos mais avançados do mundo, e começou a ser vendido no ano passado para empresas e órgãos governamentais.

Desde então, tem sido utilizado como ferramenta de monitoramento por construtoras e empresas de energia, mas também no setor de segurança, inclusive militar, como vimos recentemente no caso do Exército da França.

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Policial futurista

Agora, a polícia de Nova York tem experimentado seu uso em contextos urbanos. Por exemplo, recentemente, segundo reportagem do New York Times o robô, apelidado de de Digidog, foi utilizado para invadir uma casa onde suspeitava-se que havia dois reféns sendo mantidos por homens armados.

Os responsáveis pelo projeto afirmam que o uso da máquina é uma forma de garantir a segurança dos oficiais em situações de perigo. O robô é equipado com câmeras de visão no escuro e lanternas.

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Mas nem todos apoiam incondicionalmente a ideia. Organismos ligados aos direitos civis temem que a tecnologia possa ser utilizada para criar uma rede ainda mais intensa de vigilância, que ameace a privacidade da população, e que outros equipamentos – como armas de fogo – possam ser adicionados aos futuros “arsenais” dos hoje pacíficos robôs.

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