Policial militar é atingido por tiro de raspão durante confronto com criminoso Lázaro Barbosa na área rural de Goiás

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Um policial militar foi atingido por um tiro de raspão durante confronto com o criminoso Lázaro Barbosa Sousa, de 33 anos, descrito pelas autoridades de segurança de Goiás como um "psicopata". Ele é autor de uma chacina no Distrito Federal e está em fuga há uma semana, segundo a Secretaria de Segurança Pública do estado. A troca de tiros com Lázaro ocorreu na zona rutal de Edilânia na tarde desta terça-feira, dia 15. O agente ferido foi socorrido e passa bem.

Em comunicado, a SSP esclareceu que ainda não há informações se Lázaro também foi baleado.

"A Secretaria de Segurança Pública de Goiás informa que as equipes policiais confrontaram com Lázaro Barbosa Sousa durante as buscas na zona rural de Edilandia, na tarde desta terça-feira, 15/06. Um policial militar de Goiás acabou sendo atingido com um tiro de raspão, foi socorrido e passa bem", informa a nota.

Um vídeo feito por volta das 11h enquanto ocorriam as buscas na cidade de Cocalzinho (GO) mostra o desespero da moradora de uma chácara que viu o homem em sua casa. Com a voz trêmula e parecendo estar sem fôlego, ela aponta para o local onde o suspeito estava.

Lázaro já invadiu fazendas na região ao longo dos últimos dias. Numa das vezes, na noite desta segunda-feira, um caseiro informou aos policiais ter baleado o suspeito, durante uma troca de tiros entre os dois. As autoridades, no entanto, não acreditam que Lázaro tenha se ferido por não haver vestígios disso no local.

O secretário estadual de Segurança Pública de Goiás, Rodney Miranda, afirmou que vai acompanhar as buscas da força-tarefa da qual participam 300 agentes.

Além das cinco mortes no Distrito Federal, Lázaro responde por outros dois assassinatos na Bahia. A força-tarefa montada pelas secretarias de Segurança Pública de Goiás e do DF para prendê-lo tem base em Cocalzinho. O grupo conta com policiais da Polícia Militar (PMDF), da Polícia Rodoviária Federal (PRF), da Polícia Federal (PF) e da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). O grupo conta com o reforço da cavalaria.

São usados cães farejadores, três helicópteros e drones. Agentes fazem buscas em estradas e param carros para revistá-los.

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