Policial penal é presa acusada de atirar na cabeça do marido sargento da PM em GO

Policial é presa acusada de atirar na cabeça do marido sargento da PM em GO - Foto: Reprodução/TV Anhanguera
Policial é presa acusada de atirar na cabeça do marido sargento da PM em GO - Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Uma policial penal, de 34 anos, foi presa suspeita de atirar contra o marido, sargento da PM, após uma discussão na residência onde moram, no Setor Perim, em Goiânia (GO). O caso aconteceu na quarta-feira (8) e está sendo investigado.

De acordo com a Polícia Civil, o homem de 38 anos disse que foi atingido no momento em que foi fechar o portão da residência do casal. Fotos da investigação mostram a arma apreendida e os buracos de tiros no portão.

Segundo a polícia, o militar revelou que estava em um bar com a esposa e os dois acabaram tendo uma discussão assim que chegaram na porta de casa. Lá, a vítima alega que mandou a companheira ir embora e fechou o portão. Foi neste momento que a mulher teria sacado uma pistola e efetuado dois disparos. Um deles acertou o sargento de raspão na cabeça.

Apesar do ferimento, o homem conseguiu ligar para o 190 pelo celular e pedir ajuda. O Corpo de Bombeiros também foi acionado e o encaminhou para o Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol) e foi liberado no mesmo dia.

Segundo a Polícia Civil, a mulher estava embriagada e alegou que a pistola teria disparado de forma acidental, após discussão do casal. Ela foi detida e levada à Central de Flagrantes.

Durante audiência de custódia, a juíza Ana Cláudia Veloso Magalhães converteu a prisão da policial penal em flagrante em preventiva, na tarde de quinta-feira (9).

A Diretoria-Geral de Administração Penitenciária de Goiás (DGAP) informou que foi instaurado um inquérito administrativo para a apuração dos fatos.

“A DGAP esclarece que não compactua com desvio de conduta praticado por seus servidores. O caso será devidamente apurado”, disse a nota. Segundo a diretoria, “os fatos ocorreram fora do horário de serviço da servidora” e, “após o incidente, ela prestou os devidos socorros à vítima e acionou o socorro”.

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