Pompeo diz que EUA não é uma "república de bananas" após ataque ao Capitólio

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Foto de arquivo do secretário de Estado americano, Mike Pompeo, em Washington, 11 de dezembro de 2020

O chefe da diplomacia americana, Mike Pompeo, respondeu nesta quinta-feira aos críticos que compararam os Estados Unidos a uma 'república de bananas' após a invasão de partidários de Donald Trump no Capitólio.

“Essa calúnia revela um entendimento equivocado das repúblicas de bananas e da democracia nos Estados Unidos”, afirmou o secretário de Estado, um grande aliado de Trump.

Vários críticos estrangeiros, assim como o ex-presidente dos Estados Unidos George W. Bush (2001-2009), lançaram a analogia depois que uma multidão, inflamada por Donald Trump, invadiu o Capitólio e interrompeu a sessão do Senado de certificação da vitória de Joe Biden nas eleições de novembro.

Pompeo acrescentou no Twitter que “em uma república de bananas, a violência da multidão determina o exercício do poder. Nos Estados Unidos, os policiais esmagaram essa violência para que os representantes do povo pudessem exercer o poder de acordo com a lei e o governo constitucional".

Bush apontou na quarta-feira para a "conduta irresponsável" de membros de seu Partido Republicano como catalisadores da "insurreição".

“É assim que os resultados de uma eleição são disputados em uma república de bananas, não em nossa república democrática”, acrescentou.

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