Por falta da vacina da Pfizer, imunização de grávidas e puérperas deve permanecer interrompida no Rio até semana que vem

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RIO — Na capital do estado, a vacinação contra a Covid-19 de gestantes e puérperas deve permanecer interrompida até a semana que vem. Isso porque a vacina da Pfizer e a Coronavac — as duas fórmulas que, por recomendação do Ministério da Saúde, podem ser ministradas nesse público — estão esgotadas para a primeira dose. Essa interrupção se deve sobretudo à falta de frascos da Pfizer, que vinha sendo aplicada como injeção inicial em gestantes e puérperas nas últimas semanas. O estoque do imunizante se esgotou na última quarta-feira.

— Não temos Pfizer esta semana, nem para a vacinação de grávidas e puérperas, nem para a vacinação da ampla população. Só teremos na próxima semana, quando daremos um dia específico para a vacinação de grávidas e puérperas — diz o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz.

A SMS informa que a última remessa da Pfizer, recebida na semana passada, foi de apenas 12 mil doses. Todas elas foram colocadas em uso na última terça-feira e acabaram no dia seguinte.

Já a distribuição da Coronavac para a primeira dose tem sido afetada nos últimos dois meses pela redução da capacidade de fabricação do Instituto Butantan, que em abril, por escassez de ingrediente farmacêutico ativo (IFA), diminuiu suas expectativas de entrega.

Atualmente, para a primeira dose, a Prefeitura do Rio dispõe apenas da vacina da Astrazeneca. Segundo Soranz, o estoque atual de vacinas deve durar até a próxima segunda-feira.

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