Por que devemos continuar em casa?

Pandemia de coronavírus mudou o cotidiano de várias nações pelo mundo

Isolamento vertical. Esse foi o termo escolhido pelo presidente Jair Bolsonaro para defender que a população retome suas atividades, contrariando medidas adotadas globalmente e recomendadas pelas autoridades da saúde para frear a pandemia de coronavírus. Apesar da convicção do mandatário, o vice-presidente Hamilton Mourão disse que nada mudou na posição do governo: o isolamento e o distanciamento social prosseguem. O ministro da Saúde, Luis Henrique Mandetta, criticou o que chamou de precipitação no início de quarentenas em alguns estados, mas não recomendou a reabertura de escolas, como propôs Bolsonaro em cadeia de rádio e TV, na terça-feira. Os governadores foram criticados e reagiram.

No Ao Ponto desta quinta-feira, o médico virologista Amilcar Tanuri, professor titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), consultor da OMS e especialista nos estudos do HIV, do H1N1 e da zika, explica por que as pessoas devem, por enquanto, se manter em casa, apesar da recomendação do presidente. De Londres, a jornalista Vivian Oswald conta o que levou o Reino Unido a desistir da estratégia de manter as pessoas fora de grupo de risco circulando para imunizar rapidamente a população.

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Publicado de segunda a sexta-feira, às 6h, nas principais plataformas de podcast e no site do GLOBO, o Ao Ponto é apresentado pelos jornalistas Carolina Morand e Roberto Maltchik, sempre abordando acontecimentos relevantes do dia.